Essa residência foi construída em 1910 pelo irmão do governador Alberto Maranhão, Jorge Maranhão. Foi elaborada com grande requinte, usando os melhores materiais de construção e peças artísticas trazidas da Europa. Foi vendida ao comerciante Manuel Machado em 1920. Manuel era um homem bastante rico, que veio a falecer em 1934, tendo continuado a morar lá sua viúva, Amélia Machado. Essa senhora quase não saía de casa, o que deu origem à lenda de que sequestrava crianças para lhe roubar e comer o fígado, em uma adaptação local do mito do papafigo. Em virtude desses boatos que se espalharam na cidade, a Sra. Amélia passou a se isolar cada vez mais, até sua morte, em 1981. Hoje, o casarão é habitado por seus herdeiros, que mantêm ainda os móveis e decoração do início do século XX.


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